O DESENVOLVIMENTO DA GRANDE APOSTASIA – PARTE 01

“UM SÓ Senhor, uma só fé.” (Efé. 4:5) Quando, sob inspiração, o apóstolo Paulo escreveu essas palavras (cerca de 60-61 EC), havia uma só fé cristã. Hoje, porém, há uma profusão de denominações, seitas e cultos que afirmam ser cristãos, embora ensinem doutrinas conflitantes e adiram a diferentes normas de conduta. Quão diferente da congregação cristã unida e una que começou no Pentecostes de 33 EC! Como surgiram essas divisões? Para obtermos a resposta, temos de voltar ao primeiro século da Era Comum.

Bem desde o início, o Adversário, Satanás, tentou silenciar as testemunhas cristãs de Jeová trazendo sobre essas perseguição da parte dos de fora da congregação. (1 Ped. 5:8) Foi movida primeiro pelos judeus e, daí, pelo Império Romano gentio. Os primitivos cristãos suportaram com êxito toda sorte de oposição. (Veja Apocalipse 1:9; 2:3, 19.)

Mas, o Adversário não desistiu. Se não conseguia silenciá-las por meio de pressão externa, por que não corrompê-las internamente? Enquanto a congregação cristã ainda se achava na infância, sua própria existência foi ameaçada por um inimigo interno — a apostasia.

Mas a apostasia não se infiltrou sem aviso na congregação. Como Cabeça da congregação, Cristo cuidou de que seus seguidores fossem advertidos de antemão. — Col. 1:18.

“Haverá falsos instrutores entre vós”

“Vigiai-vos”, acautelou Jesus, “dos falsos profetas que se chegam a vós em pele de ovelha”. (Mat. 7:15) Jesus sabia que Satanás tentaria dividir e corromper Seus seguidores. Portanto, desde cedo no seu ministério, ele os advertiu sobre os falsos instrutores.

Donde surgiriam esses falsos instrutores? “Dentre vós mesmos”, disse o apóstolo Paulo, por volta de 56 EC, ao falar a superintendentes em Éfeso. Sim, de dentro da congregação ‘surgiriam homens e falariam coisas deturpadas, para atrair a si os discípulos’. (Atos 20:29, 30) Tais apóstatas egoístas não se contentariam em fazer seus próprios discípulos; buscariam “atrair a si os discípulos”, isto é, os discípulos de Cristo.

O apóstolo Pedro (em cerca de 64 EC) também predisse a corrupção interna e até mesmo descreveu o método que tais apóstatas usariam: “Haverá falsos instrutores entre vós. Estes mesmos introduzirão quietamente seitas destrutivas . . . Explorar-vos-ão também em cobiça com palavras simuladas.” (2 Ped. 2:1, 3)

Como espiões ou traidores num campo inimigo, os falsos instrutores, apesar de surgirem de dentro da congregação, introduziriam seus conceitos corrompedores de maneira secreta ou camuflada.

Essas advertências de Jesus e de seus apóstolos não eram em vão. A oposição interna teve começos pequenos, mas logo veio à tona na congregação cristã.

Fonte: “Proclamadores do Reino”, capítulo 4 página 33.

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